Discos pedidos .mp3

 Hoje decidi fazer algo diferente para o blog.

Não sei se já é do vosso conhecimento mas tenho um programa de rádio. Não, infelizmente não é “As Manhãs da Comercial”… Nem a hora de ponta na rádio Amália… E também não é numa grande rádio. O “Discos de Vinil” foi uma ideia que surgiu, não enquanto comia pizza, mas enquanto ouvia um dos meus artistas favoritos na rádio.
Quem me conhece sabe que, apesar de adorar qualquer tipo de música, as que mais me tocam são aquelas com mais de 25 anos de existência. Desde pequena que o culto musical cá em casa sempre foi muito grande: para além de rádios sempre ligados, a minha família sempre fez questão de me aumentar o gosto por determinado tipo de artistas, por concertos e por musica, em geral. Correu um pouco mal porque, agora, a minha “dependência” da música é grande demais.
Como estava a dizer, o “Discos de Vinil” acabou por ser um projeto que abracei na ESCSFM, a rádio da Escola Superior de Comunicação de Lisboa (a minha escola). O objetivo? Reecriar uma espécie de M80, durante uma hora, à quinta feira à tarde. Para além de música, o programa gira muito em torno de factos, conversas e, de quinze em quinze dias, convidados.
A rádio sempre foi um dos meus grandes sonhos. Que mais poderia eu pedir do que partilhar todas as músicas que me provocam pele de galinha com as pessoas lá em casa? Todas as semanas, em companhia com a Inês Alexandre, aluna do segundo ano de Jornalismo na nossa escola, aprendo a mexer em vias, a passar jingles, a não cometer asneiras em direto, mas, sobretudo, a divertir-me e a tentar fazer com que as pessoas lá em casa passem um bom bocado.

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Para quem nunca teve a oportunidade de fazer rádio e gostava, aconselho vivamente a fazê-lo porque, acreditem, não há nada melhor do que ter os vossos amigos/colegas/familiares a virem ter convosco e falar sobre as músicas que passaram, o que devias ou não ter dito, mas, sobretudo, o quanto se divertiram a ouvi-lo. Acho que o melhor da rádio, e, para mim, a parte mais importante é, sem dúvida, poder invocar memórias de bons momentos ao som das músicas que escolhemos, todas as semanas, de propósito para aquela hora? Aliás, arrisco-me a dizer:

Há alguma coisa melhor do que fazer pessoas felizes com algo que nos faz feliz também?

 

Assim, e por último, deixo-vos uma das minhas músicas favoritas e, também, uma das que tocou no meu primeiro programa em direto:

Esta música, interpretada por Tracy Chapman, foi lançada no ano de 1988,durante um concerto-tributo a Nelson Mandela, no seu septuagésimo aniversário. Tornou-se automaticamente um dos maiores álbuns desse ano, saltando para o número 167 das 500 melhores canções de sempre, segundo a revista norte-americana, Billboard.
Apesar de toda a fama da cantora, o single só se tornou albúm de platina em 2014, após a interpretação de um artista do Britain’s Got Talent a ter trazido de novo às tabelas.
A cantora tem 51 anos e nasceu em Cleveland, no Ohio, Estados Unidos.

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